sexta-feira, 6 de julho de 2012

Diário da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo



Olá leitores.
Este é um diário relatando os acontecimentos presenciados por mim na Bienal do livro de São Paulo (2010).
Essa foi a primeira vez que fui há uma Bienal. Achei o máximo. Em minha opinião, todos deveriam.

Cheguei a São Paulo na manhã de domingo, e logo me vi frente a frente com um mortal inimigo. O FRIO. Não é brincadeira pessoal, estava um frio da “cachorra!” Os termômetros marcavam 13 graus quando cheguei. Mas a sensação térmica deveria estar em torno de 10 a 11 graus. Mas isso não era o pior. O que estava “matando” era o vento, terrível! Mas enfim, resumindo, passei frio o dia todo, batendo os dentes e com as pontas dos dedos roxas. Passei momentos terríveis para segurar uma caneta e autografar, as mãos estavam duras!
Fora isso, o evento foi uma MARAVILHA.

Primeiramente, assim que cheguei, encontrei com Pedro Moreno, que participou da Antologia Metamorfose A Fúria dos Lobisomens.
Mais tarde me encontrei com vários autores amigos, no estande da ALL PRINT, editora que publicou nossas antologias. Ficamos no estande das 11h às 13h.
Pude rever amigos como: Adriano Siqueira, J.P. Balbino, Pedro Moreno, Mariana Albuquerque, Elenir Alves, Ademir Pascale, Alex Mir, Leandro Reis, Larissa e muitos, muitos outros autores. Foi um prazer enorme reencontrar todos.


Depois da tarde de autógrafos, cada um foi “dar uma voltinha” pela Bienal. Hora de fazer contatos e encontrar outros autores peregrinando perdidamente por lá.
E assim foi feito.
Adivinhem quem encontrei por lá.
Carolina Munhóz, escritora do livro A FADA. Ela estava autografando o livro dela no estande da livraria Pergaminho. Conversamos e rimos muito. O namorado dela (DJ Andy Glaucius) também estava lá, figurinha aquele cara.
Após do bate-papo com a Carolina, mais uma voltinha pelo lugar.

Bom gente, o lugar era absurdamente grande, não tive a oportunidade de apreciar cada estande como se deve, mas fiz o possível para passar em todas, ou quase isso.
Conversei muito com o autor Leandro Reis que escreveu os livros: Filhos de Galagah – Livro I e O Senhor das Sombras – Livro II, além das antologias publicadas pela All Print. Os dois livros acima publicados pelo autor fazem parte de uma trilogia, mas até agora temos o livro I e II. Estes livros não devem faltar na estante de um NERD, jamais. Conversei com ele sobre a trilogia e logo adianto, é fabulosa. Para os jogadores de RPG, também é obrigatória a leitura.

Conversei também com a Giulia Moon, carinhosamente chamada de “Tia Giu”. Sempre muito simpática e divertida, nunca perde o espírito alegre e receptivo. Aproveitei e garanti meu exemplar de Kaori, Perfume de Vampira, que veio foi autografado na hora. Achei interessante o autógrafo dela, ela lhe oferece cinco tipos de perfumes (se não me falhe a memória é cinco mesmo), e você escolhe um, o que mais lhe agrada. O autógrafo é com o nome do perfume escolhido, que genialmente aparecem na história do livro. O perfume que escolhi foi Crueldade. Havia outros como: Paixão, Amor, entre outros... O fato pelo qual escolhi crueldade, não quer dizer que eu seja cruel de fato, mas sim que essa crueldade pudesse ser usada de uma forma benigna. Ou algo do tipo.

Conheci pessoalmente a escritora Martha Argel. Finalmente fui agraciado com essa oportunidade. A escritora também foi muito educada e “gente fina”, finíssima por sinal. Conversamos bastante, demos risadas. Até a Giulia Moon se juntou na brincadeira! Como esperado, também garanti meu exemplar da Martha, o livro Relações de Sangue. Que é obvio, foi autografado na hora.

Além de passar à tarde com essas pessoas fabulosas, fui ao “trabalho”, conseguir contatos com editoras para futuramente (até o fim do ano, se Deus quiser) lançar o meu livro solo. Fui bem sucedido na busca. Fui recebido pelas editoras: Giz Editorial, Novo Século, Usina de Letras, Idea Editora e Rocco.

Não posso esquecer-me de mencionar também uma pessoa que conheci que faz um trabalho genial. O Design e Ilustrador Rafael Victor. Pude conferir alguns trabalhos dele e confesso que achei maravilhosos. Eu acho que é muito difícil encontrar algum ilustrador que faça algo dentro do seu gosto e na Bienal pude encontrar esse rapaz que foi apresentado a mim através da escritora Martha Argel.

Bom pessoal, esses foram os principais acontecimentos que me envolveram. Espero que no próximo ano eu possa ir outra vez à Bienal, seja ela onde for.


Grande Abraço.

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